domingo, 28 de junho de 2009


Não sei bem o que aconteceu.
Não sei se foi o olhar, a fala mansa, ou até mesmo o jeito malandro de ser.
Se foram as brigas ou as reconciliações.
As conversas jogadas foras ou momentos compartilhados.
Se foram as afinidades ou os opostos.
O telefonema no meio da madrugada com palavras doces e gostosas.
A verdade nua e crua, a sinceridade e honestidade que por vezes é melhor não sabê-las.
Mas hoje, na confusão do meu ser, uma grande certeza apaga os meus “ses”, a certeza que eu quero você!
E que o nosso HOJE seja sempre assim: simples e leve de se viver!

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