domingo, 6 de setembro de 2009

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Calar no momento certo.
Sair de cena, para ser lembrada.
Evitar que erros sejam cometidos para que o espetáculo não fracasse.
São tarefas difíceis quando sentimentos maiores imperam.
Amar e desamar, de complexidade semelhante.
Para amar é preciso toda uma construção de valores, sentidos, convivência, confiança, cumplicidade, emoções. E, desamar toda uma desconstrução dos sonhos realizados ,ou não.
Eu realmente não sei lidar com tudo isso, cheguei a essa conclusão.
Se amar é jogar, serei eterna perdedora.
Erro em ser o que sou.
Erro quando espero um pouco mais do outro.
Erro quando acho que a consideração, por mínima que seja, possa existir.
Erro quando não sou egocentrista.
Erro quando me preocupo com quem amo.
Erro quando sonho.
Erro quando amo.
Erro porque sou humana.
Sinceramente, hoje prefiro o meu vazio. Um vazio que me confunde algumas vezes, mas que me mantém de olhos secos.
Quero ser mais racional, não me entregar tanto ao meu coração. Não vale a pena.
O mundo hoje é cruel demais para pessoas sonhadoras e intensas.
Viva a racionalidade!

Um comentário:

  1. Exatamente, erramos porque somos humanas, erramos porque mantemos nossos corações vivos, mas ja pensou que a partir do momento que deixarmos tudo isso para traz mataremos nossa essência, deixaremos de ser verdadeiras, aprendi uma coisa, e gostaria de deixar para vc.
    ja imaginou uma pessoa que não age pelo coração, uma pessoa que por mêdo não ame, que por mêdo não se arrisque,que por mêdo não viva, ja imaginou que essa pessoa nunca terá uma história para contar, no final será uma pessoa complemente vazia, terá passado pela vida por passar, será q vale a pena?
    Pensa nisso.

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