Tenho tantos planos e projetos, a maioria dependem apenas de mim.
Porém o meu maior e mais complexo sonho , que não deixarei de transformá-lo em realidade, a princípio, dependerá de um outro ser.
Sinto meu ventre, muitas vezes gritar para que se faça vida dentro dele.
Meu corpo chora o vazio, e minha alma sente a dor dessa solidão.
Possuidora de um coração que transborda amor, adio meus planos por responsabilidade ou covardia, não sei dizer bem ao certo.
Tenho 34 anos, e o tempo mostra-se cruel.
Continuando com meus botões, percebo-me intensa no sentir e por vezes, sou mal interpretada. Que me importa????
Não sei amar pela metade, não. Sei apenas me entregar e me deixar entregue, até que os furacões inesperados surjam e me obriguem a recolher-me dentro de mim novamente. Meu maior tesouro é compartilhado: o amor no sentido pleno da palavra.... amor...
E para finalizar, pensando com os últimos botões...
Compadeço-me daqueles que perdem a oportunidade de ser feliz em função de um passado que já não pode mais voltar. Um passado que por vezes pode se fazer presente, sim, mas que nunca será igual como antes. Suas marcas foram deixadas, cicatrizes fechadas, como já dizia Lulu Santos, assim... "como uma onda no mar".

Nenhum comentário:
Postar um comentário